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Calor: Janeiro de 2026 tem recorde de focos e seca agrava cenário

A quantidade de focos não é a única forma de medir incêndios ou queimadas, porém é um indicador comum para políticas de prevenção e combate.

Calor: Janeiro de 2026 tem recorde de focos e seca agrava cenário
Calor: Janeiro de 2026 tem recorde de focos e seca agrava cenário (Foto: Edição / TrendQuill)

Aumento alarmante de focos de calor em janeiro

Em janeiro de 2026, o Brasil registrou 4.347 focos de calor, um número que representa o dobro da média histórica para o mês, conforme dados do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O estado do Pará liderou os registros, contabilizando 985 focos, seguido pelo Maranhão com 945. Outras regiões como Ceará e Piauí também apresentaram números significativos, com 466 e 229 focos, respectivamente.

A situação é ainda mais preocupante devido à seca severa que atinge o Nordeste do Brasil, especialmente o Maranhão, que enfrenta a pior crise hídrica desde o início da série histórica de monitoramento em 1999. Essa combinação de temperaturas elevadas e baixa umidade do solo potencializa o risco de queimadas e incêndios florestais, que podem ter efeitos devastadores para o meio ambiente e a economia local.

Embora o número de focos de calor tenha aumentado, a Secretaria de Meio Ambiente do Pará e do Ceará alertam que isso não significa necessariamente um aumento nas queimadas. A interpretação dos dados deve ser feita com cautela, pois a relação entre focos de calor e queimadas ainda gera incertezas. Além disso, um aumento nos focos em janeiro não garante que 2026 será um ano com mais queimadas do que a média nacional, que é de aproximadamente 200 mil registros anuais.

Em resposta a essa situação alarmante, o Governo do Maranhão intensificou suas ações de prevenção e combate às queimadas, implementando campanhas educativas e doações de equipamentos para ajudar na contenção dos focos de calor. Essas iniciativas são essenciais para mitigar os impactos da seca e da elevação das temperaturas, que podem afetar não apenas a flora e fauna locais, mas também a saúde e a economia das comunidades afetadas.

À medida que os meses avançam, a situação climática e o monitoramento dos focos de calor devem ser acompanhados de perto, uma vez que as condições atuais levantam preocupações sobre a segurança alimentar, a saúde pública e a sustentabilidade ambiental no Brasil. A comunidade científica e os órgãos governamentais continuam a analisar os dados para promover estratégias eficazes de mitigação dos efeitos da seca e do aumento dos focos de calor.

Tags #Calor #Queimadas #MeioAmbiente
Equipe TrendQuill

TrendQuill

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